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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Você é mais emocional ou racional? 11/03/2016

Emocional. Mas sou muito racional. Muito mesmo. Então você imagina o quanto sou emocional. Apático é que não sou nem um pouquinho. Sou muito intenso em tudo o que vivo.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Como vai a sua inteligência emocional? 14/02/2016

Mal. Minha inteligência emocional é totalmente discordante do padrão vigente na sociedade atual. Sou uma pessoa extremamente afetiva e amorosa. Muito mesmo. Mas parece que a sociedade considera que ser assim é um defeito. É uma demonstração de fraqueza, se não uma demonstração de "boiolismo", caso em que, absolutamente, não me enquadro. Sou constrangido em manifestar meu afeto pelas pessoas porque acham que estou fazendo assédio sexual ou, até, pedofilia. Então me retraio e aparento ser uma pessoa fria e insensível, quando sou exatamente o contrário. Não me adapto a esse mundo em inúmeros aspectos, sendo este um deles. Ou seja, queria ser franco a aberto para dizer e expressar meus sentimentos de afeição pelas pessoas que gosto. Nossa sociedade é muito fechada nesse aspecto. Quem ama de modo livre e sincero a todos por que sente amor é tido como libertino, prevaricador, devasso ou termos similares. Como não sou nada disso, então me fecho. Mas isso me angustia, me deixa triste, amargurado, deprimido. Da mesma forma com relação à franqueza. Quero poder dizer tudo o que me vem à cabeça com toda franqueza, de modo educado, certamente. Mas sou impedido de emitir opiniões francas por uma pretensa "educação", que não concordo. Para mim todo mundo teria a obrigação de ser inteiramente franco e ninguém poderia se sentir melindrado por ouvir verdades. Isso não significa que eu esteja sendo hostil. Mas eu quero poder dizer que não gosto do que não gosto sem o menor problema. Acho que eu deveria ter nascido em outro mundo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Mensagem de Natal 23/12/2015


quarta-feira, 8 de junho de 2016

Já pensou que louco, se o coração falasse mais alto que a mente. Tu deixa teu coração falar e decidir?

Sim, em proporção maior do que minha razão. Daí eu ser louco mesmo. Mas acho que razão e emoção têm que contribuir para as tomadas de decisão. Eu, contudo, confio mais em minha intuição, que é comandada mais pela emoção do que pela razão. E olhe que eu sou uma pessoa muito racional. Muito mesmo. Penso os prós e os contra. Sei articular muito bem meu pensamento e prever todas as consequências. Mas não me importo com garantir resultados sempre favoráveis. Acho que a vida só tem sentido quando se correm riscos. Risco de ficar na miséria, risco de morrer, risco de ser abandonado, risco de ser desprezado, risco de ser motivo de chacota. Não deixo de fazer nada para não correr qualquer tipo de risco. Penso bem e faço o que acredito ser correto do ponto de vista de maximizar o bem do mundo e não alguma vantagem para mim. Por isso é que vivo levando prejuízo de todos os tipos. Mas isso é o que menos importa para mim.

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