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sábado, 3 de novembro de 2018

Por qué os espíritas falam sempre em luz, tipo "muita luz no seu caminho" e estas frases sempre fazendo referência à luz?

Não só espíritas, mas cristãos também (espíritas não são cristãos, pois não reconhecem Cristo nem como Deus, nem como redentor, mas apenas como uma pessoa iluminada). Veja-se, por exemplo, a frase "Jesus é a luz da vida". Nesses casos a palavra luz não está sendo usada em seu sentido literal, que é físico, mas metaforicamente, como significando que seja o que mostra o que seja correto.

domingo, 1 de julho de 2018

https://www.youtube.com/watch?v=1mLZAU6NVsg Todas as religiões são igualmente boas?

Não. Todas as religiões são igualmente más. As religiões, qualquer que sejam elas, são um engodo. São uma tapeação. Passam para as pessoas crenças completamente infundadas da existência de deuses, de uma alma imortal, de anjos e demônios, de um céu e um inferno, ou de reencarnações. Nada disso existe. Portanto, o estabelecimento do bem na Terra e a erradicação do mal tem que ser um trabalho da sociedade. É preciso educar a juventude para fazer o bem, mesmo sem nenhuma recompensa e a não fazer o mal, mesmo sem nenhum castigo. Pelo valor intrínseco do bem. Claro que as religiões fazem algumas coisas boas, como a caridade e a contenção moral. Mas isso pode perfeitamente ser feito sem elas, apenas pela conscientização filosófica do valor do bem. Que é o que a educação formal precisa incutir na juventude e não o faz. Todavia, o mal que as religiões fazem, só elas podem fazer, que é, justamente, tornar as pessoas conformadas com o mal, pensando em uma recompensa na outra vida e confiando no castigo dos maus na outra vida. Isso não vai acontecer. Se um malvado se der bem, vai ficar por isso mesmo. Então, não acreditando em deuses nem em céu e inferno, as pessoas não se conformarão com as malvadezas e lutarão para coibi-las aqui na Terra mesmo.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Creio que o mundo ainda não está pronto para que as religiões sejam extintas e se tornem somente mitologias. Em quanto tempo você estima que isso possa acontecer? Quais os caminhos que devem ser seguidos para que se torne uma realidade?

Isso será o resultado da disseminação da educação científica, filosófica e histórica, que tem que ser colocada prioritariamente, sem descurar das demais. Para tal é preciso que pessoas de grande valor promovam movimentos mundiais nesse sentido. O mais difícil vai ser nos países muçulmanos e na Índia, onde as elites fazem questão de manter a população apascentada pela religião, para não serem contestadoras em relação às condições inferiores que as elites as colocam. Mas eu confio que isso vai ser superado em alguns séculos, talvez, mesmo, em menos de mil anos. Urge, pois, que os ateus saiam do armário e façam o seu proselitismo, como os missionários das religiões, porque a abolição das religiões é que será um grande bem para a humanidade. Tem que pegar o megafone e bradar ao mundo o quanto de ruim as religiões fazem, mesmo que também façam o bem. Só que o bem que elas fazem (caridade, solidariedade, moralização) pode perfeitamente ser feito sem elas, mas o mal que elas fazem, só elas é que conseguem fazer (resignação, subserviência, enganação).

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Vc acredita no vento? Então. Deus é como o vento; vc sabe q existe, vc sente, mas não vê. Deus então existe. Ponto.

Nada disso. Essa é uma analogia muito fajuta. O vento não é visível mas é perceptível. Deus não é visível nem perceptível por nenhum sentido nem com o auxílio de instrumentos. Além disso não há nenhuma raciocínio lógico que, partindo de premissas verdadeiras, por meio de uma argumentação válida, permita concluir sua existência. Quem considera verdadeiro e objetivo (isto é, independente de mentes que a concebam) esse conceito, o faz por um ato de crença gratuita.

Ernesto, me decepciona a predominância de crenças religiosas, principalmente entre minha família, junto com a ausência de questionamento, de pensamento crítico e debate honesto. Trazê-los à lucidez é dificílimo e cansativo. Não sei se conseguiremos de fato espancar a ignorância. Bem que eu queria.

Sem dúvida. Mas a culpa é do sistema educacional, que não implanta o ensino crítico de "RELIGIÕES" como obrigatório, do mesmo modo que filosofia e sociologia, inclusive com reprovação. Assim como o de "Ética". Mas de uma forma consistente e não apenas passando informações pasteis sobre a história das religiões, da filosofia, da sociologia e da ética. Com discussões polêmicas pra valer. Para que a juventude se inteire, saiba analisar, saiba cotejar, saiba refletir, saiba concluir, saiba contestar. E que cada um construa sua cosmovisão política, social, econômica, religiosa, ética por sua própria cabeça e não vá na onda dos pais, dos amigos, dos colegas, da sociedade.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

As divindades abstratas, individuais e subjetivas, não são falseáveis. Mas, as divindades religiosas, devido as alegações cometidas a elas, são falseáveis? (Corrija-me se notar alguma incoerência na pergunta).

Realmente não se pode falsear uma abstração hipotética e inventada. A imaginação pode tudo e não se pode nunca dizer que alguma ideia seja falsa como ideia. |Pode-se supor qualquer coisa. No entanto, se se pretender que algo ideado tenha existência real, no mundo objetivo, fora das mentes, há que se verificar se o que se propõe é verídico ou não. Então fica sujeito ao falseamento, isto é, às tentativas de se provar que é falso. Se a proposta se lograr vencedora de todas as tentativas de se mostrar que é falsa, fica aceita como verdadeira até que surja alguma razão que demonstre a sua falsidade. Isso é válido para qualquer assunto, como teorias científicas. E também é válido para propostas de conceituação de divindades. Há muitas por aí. A maioria evoluiu de mitos ancestrais, algum dia codificados em textos tidos como sagrados para o grupo dos aceitadores daquela particular versão do conceito de divindade. Outras foram propostas por indivíduos em particular que convenceram um grupo de pessoas a aceitá-la e esse grupo foi sendo ampliado até se tornar uma comunidade com o direito de ser denominada uma religião. Todavia, pelo que se sabe, todos os conceitos propostos para as divindades não lograram vencer todas as invectivas de falseamento de suas características definidoras. A conclusão é que Deus, a existir, ainda não foi adequadamente conceituado para conseguir se livrar de todas as tentativas de se mostrar que o conceito tem alguma falha. Então, por ora, é mais sábio e prudente considerar que tal tipo de entidade não exista.

terça-feira, 15 de maio de 2018

https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/03/04/kalil-veta-ensino-religioso-obrigatorio-em-escolas-publicas-de-bh.htm

Eu acho que o ensino de "Religiões", em que se abordariam as crenças, a doutrina, as normas, as práticas, as prescrições, a organização e tudo o mais a respeito das principais religiões, com uma abordagem isenta e, ao mesmo tempo crítica, é muito importante para que a juventude possa escolher pela própria cabeça que religião assumir (ou nenhuma) e não apenas siga o que a família ou amigos prescrevam. Isso teria que contemplar o judaísmo, o islamismo sunita e xiita, o protestantismo, o budismo, o catolicismo, o hinduísmo, o evangelicismo (pentecostalismo e neo-pentecostalismo), o espiritismo, a umbanda, o bahainismo, o zoroastrismo, o shikismo, o jainismo, o ortodoxismo, o xintoísmo, o candomblé, o neo-paganismo, o satanismo de Lavey, o wikkismo, a religião as religiões tribais indígenas e outras que agora não me ocorrem, incluindo o agnosticismo e o ateísmo, mesmo que não sejam religiões. Isso é de EXTREMA importância para a formação da personalidade dos jovens e de seu caráter e precisa ser contemplado mesmo com o aumento das despesas., Além disso também é preciso se introduzir a matéria de "Educação ´Ética", que não tem nada a ver com religião nenhuma para promover a boa formação do caráter dos jovens. No caso da disciplina "Religiões" é preciso que a professora ou o professor realmente seja inteirado de todas elas e não tenha predileção nem prevenção contra nenhuma. E que todos os assuntos pertinente sejam discutidos abertamente e sem o menor preconceito e nenhuma restrição. Isso inclui a discussão sobre a existência ou não de Deus, sobre a divindade de Jesus Cristo, sobre a veracidade da revelação feita a Maomé, sobre a veracidade da reincarnação. Não é desculpa dizer que se trata de uma questão de fé e que fé não se discute. Discute sim e tem que ser discutida mesmo.

sábado, 12 de maio de 2018

Muitos religiosos dizem querer ajudar as pessoas por esperar algo em troca de Deus, isso seria uma ajuda genuína ou apenas uma esperança de receber uma recompensa divina?

Do ponto de vista de quem recebe a ajuda não importa: a ajuda foi dada. Do ponto de vista de quem dá a ajuda, fazê-lo para merecer alguma recompensa, como a salvação eterna ou evitar a danação eterna, compromete o caráter ético da ação, que deixa de ser algo nobre e generoso e passa a ser algo interesseiro.

Corrija-me se eu estiver errado. Toda religião é mito. Todo mito é falso. Logo, toda religião é falsa?

Um mito não necessariamente é falso. Mito é uma crença que se apoderou de um povo e que ele assume como sendo a explicação para uma série de fatos. Eles não possuem embasamento em evidências e comprovações fáticas mas advém de narrativas ancestrais que são passadas de geração a geração desde tempos pré-históricos. Por coincidência, pode ser que alguma delas corresponda à verdade dos fatos. No caso das religiões contudo, nenhuma delas derivou de um mito que corresponda à realidade dos fatos. Portanto, todas as religiões são falsas.

A filosofia tem duas faces, meu caro Ernesto, uma voltada mais para a religião e arte, e outra, voltada mais para a ciência. Contudo, você acredita que um dia haverá predominância somente da filosofia voltada somente para a ciência? O empirismo está a ganhar mais adeptos ante o misticismo religioso?

Não existem essas duas faces da filosofia. A filosofia se ocupa de todo o tipo de saber humano. Religião não é um saber, a não ser quando estudado sob um prisma antropológico, sociológico ou filosófico. Em si mesmo religião é uma crendice tão despropositada quanto astrologia, numerologia, quiromancia, e esse tipo de baboseira todo. Só que adquiriu um estatuto de coisa séria e veneranda porque foi abonado pelos poderosos. Mas, no fundo, não há diferença entre o espiritismo, considerado uma crença culta, das crenças africanas e indígenas. A Filosofia pode estudar a religião e, inclusive, até, se existe ou não Deus. Mas nunca sob o prisma da fé. Nisso ela não se distingue do estudo que faz da validade da ciência ou da qualidade da arte. Filosofia é uma só. Quanto ao aspecto científico, é preciso entender que a ciência moderna não é apenas empírica. Pelo contrário, a Física Quântica e a Relatividade, por exemplo, não são quase nada empíricas. A proposta de Teoria das Cordas, então, não é nada empírica. Nem um pouquinho. Quanto ao misticismo, trata-se de algo que não tem nenhum direito de ser incorporado à Filosofia e nunca teve, como bem o mostraram William de Ockham e Duns Scoto. A Filosofia, a Sociologia e a Antropologia podem estudá-lo como um fenômeno exibido por alguns seres humanos. Mas o misticismo, em si mesmo, é uma completa fraude. Simplesmente não existe.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

digo isso porque o senhor falou que a filosofia e a ciencia sao incompativeis e que a ciencia e mais importante que a filosofia, considero entao a sua nova resposta?

O que eu já disse é que Religião e Ciência são incompatíveis e não que Filosofia e Ciência sejam incompatíveis. Jamais poderia ter dito isso. Por favor, me passe o link em que eu tenha dito isso. O que eu dito muito é que vários filósofos são ignorantes em Ciências e, com isso, dizem besteiras. Ou que muitos cientistas são ignorantes em Filosofia e, com isso, também dizem besteiras.

terça-feira, 13 de março de 2018

Ainda sobre a veracidade das religiões.

Note que eu não disse, em absoluto, que o fato de haver mais de uma religião implica que que todas sejam falsas. O que eu disse é que esse fato permite considerar que o mais plausível é que todas sejam falsas.

Como a religião pode ser nefasta se ao mesmo tempo ela promove a paz, a fraternidade e a união? Especificamente o Cristianismo

Atualmente, de fato, o cristianismo, em geral, é promotor da paz, fraternidade e união. Mas nem sempre foi assim e, mesmo hoje, há conflitos religiosos envolvendo cristãos de diferentes facções e cristãos e outras religiões. O Islã, por sua vez, atualmente, é extremamente belicoso, até entre suas vertentes, mais até que já foi no passado. Outras, também se digladiam umas com as outras, como judeus e muçulmanos em Israel, hinduístas e muçulmanos na Índia e no Paquistão, hinduístas e siquistas na Índia e vários outros casos. Muitas vezes eles promovem a fraternidade entre seus filiados, mas não com os de outras religiões. Quanto a promover a união, há pessoas religiosas que assim o fazem, mesmo entre religiões bem diferentes, mas a maior parte dos fiéis não aceitam as pessoas de outras religiões como irmãs. Veja-se o caso dos evangélicos em relação aos afro-religiosos e aos espíritas e, mesmo, aos católicos. O principal problema das religiões é que elas são engôdos. Elas apresentam às pessoas fatos inverídicos. Elas não promovem o bem pelo valor intrínseco do bem, mas pelo fato de ser considerado o cumprimento de uma vontade da deidade. E as pessoas, então, não dão amor por amor, mas para conquistar a salvação e evitar a danação. Portanto isso não é eticamente válido. Que as religiões não são verdadeiras é óbvio, senão haveria uma só, já que o pretenso deus teria passado a toda a humanidade as mesmas informações. No entanto cada uma considera que seja detentora da verdade e suas assertivas são conflitantes. Logo não podem ser todas verdadeiras, como supõem os seguidores de cada uma. Qual seria a verdadeira? Por que critério decidir? O mais plausível é que nenhuma o seja.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Quando se fala em Teoria da Evolução, alguns religiosos rejeitam a ideia de que são parentes de outras espécies de primatas e de que fazem parte do reino animal. Como convencê-los a quebrar esse preconceito tolo?

Não sei. Para mim é o cúmulo da idiotice ter a presunção de que nossa espécie seja algo qualitativamente superior às demais espécies animais. Que somos animais é óbvio. Basta ver que temos os mesmos órgãos e o mesmo funcionamento. Há quem considere que só nós temos "alma". Ora, para começar, como garantir que outros animais também não a possuam? E mais, como garantir que a possuímos? Se a consciência, bem como toda a mente, fossem entidades não pertencentes ao organismo biológico, como explicar que são influenciadas por drogas e por lesões? É só pensar e refletir sobre as evidências que se conclui que alma não existe e que somos animais como qualquer outro, só que, por acaso, com uma complexidade neurológica maior, que nos permite falar e ter raciocínios mais elaborados. Mas não somos os únicos assim. Outras espécies do gênero homo, como a dos neandertais, também tinha tais capacidades.

Alguns cristãos dizem que uma passagem na bíblia que diz:''Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que o que se vê, não foi feito do que é visível.'' Estariam eles, se referindo ao átomo? Na sua opinião, tem algum fundamento isso?

Não estão se referindo a átomos. Os autores da Bíblia não tinha a menor noção de átomos. Eles se referem ao que consideram como o modo operacional de Deus na criação do Universo, ou seja, ele produzia o que desejava por meio da emissão de palavras, que seriam a entidade invisível que produziria as entidades visíveis de que o Universo é feito. Claro que isso não pode ser tomado literalmente, pois, para serem emitidas palavras, é preciso haver um meio material onde o som se propague. Esse meio, portanto, não poderia ter sido criado por palavras. Além do mais, sendo, como se considera que seja, Deus um espírito, ele não teria órgão fonador para emitir palavras. Talvez pudesse emitir pensamentos e esses pensamentos produziriam entidades físicas. Isso é algo bem complicado de se aceitar, ou seja, como algo que não seja físico pode fazer surgir ou agir sobre algo físico. É interessante que os criacionistas contestem as concepções evolutivas pelo fato de não apresentarem explicações pormenorizadas do modo como se deu cada ocorrência da evolução e, no entanto, não fazem o mesmo em relação ao modo como se deu cada ocorrência da criação.

Qual a melhor maneira de convencer uma pessoa crédula a abandonar a sua fé e tornar-se cética?

Estudar. Estudar a própria religião e as demais. Estudar Ciências, especialmente Cosmologia e Evolução. Estudar História. Estudar Filosofia. Então, a partir desses estudos, refletir bastante. Mas fazer isso com a mente aberta, sem nenhuma pré-concepção, nem de que Deus exista nem de que não exista. Então, fatalmente, se concluirá pela sua não existência. Quanto ao ceticismo, trata-se de uma postura em relação a qualquer conhecimento, mesmo científico. É uma cosmovisão. Algo que se tem que adquirir por uma decisão de como encarar o mundo. O estudo da história das diversas ciências é muito bom para que a pessoa se torne cética, porque todas elas passaram por várias épocas em que concepções estabelecidas como verdadeiras se mostraram falsas e novas foram admitidas. Então se conclui que todo conhecimento é provisório e que se tem que duvidar de tudo, justamente para envidar todos os esforços no sentido de garantir a veracidade das explicações consideradas corretas ou rechaçá-las. Tal postura, então, precisa também ser levada às crenças religiosas. Inclusive é muito bom que se estude as concepções de várias religiões, todas elas admitidas por muitas pessoas como corretíssimas com grande fé. E, no entanto, inteiramente conflitantes. Claro que não podem ser todas certas, pois a verdade tem que ser única. Qual o critério para se escolher a que seja certa? A fé? Ora, mas todas eles possuem muitas pessoas que têm fé sincera e profunda no que consideram que seja a verdade. Então a fé não garante qual seja a verdadeira, senão haveria verdades conflitantes. O mais sensato é supor que nenhuma o seja. Inclusive porque nenhuma delas provê um procedimento de verificação da veracidade de suas assertivas. Por isso é que a ciência é confiável. Porque ela se testa permanentemente, sempre considerando que possa estar enganada. E a ciência não leva em consideração a existência de nenhum deus em suas explicações.

Se uma criança pequena pega alguma doença, porem a religião dos pais visa a cura "alternativa". O estado deveria respeitar a religião ou intervir?

Deveria intervir. O estado tem a obrigação de zelar pela saúde pública. As práticas medicinais alternativas não possuem o aval científico de serem eficazes. Portanto, no caso de risco de vida, o estado teria o direito de se sobrepor à decisão dos pais sim. Como acontece quando se precisa de uma transfusão de sangue para salvar a vida de alguém e os "Testemunhas de Jeová" não permitem. Eles têm que ser contrariados mesmo.

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