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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
O que é a vida ? 22/03/2016
Vida é o fenômeno pelo qual algum sistema seja capaz de se auto prover de energia para funcionar por conta própria.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
https://www.facebook.com/964876300226115/photos/a.965368036843608.1073741828.964876300226115/965368936843518/?type=3&theater isso possui alguma procedência? 'Contratante' já me faz pensar que é bem viajada essa teoria 17/03/2016
Está corretíssimo. Uma corrente elétrica que passe pelo seu corpo provoca uma interferência nos nervos que comandam a contração dos músculos e eles se contraem de modo súbito e espasmódico, isto é, com extrema intensidade, inclusive em movimentos alternados, o que provoca um tremor involuntário com muita força, capaz de fazer a pessoa dar saltos e murros. A morte advém desse efeito também acontecer com o músculo cardíaco, que deixa de obedecer aos fracos impulsos cerebrais e passa a se contrair pela corrente, o que provoca efeitos descontrolados. Outro fator de morte, se a corrente for mais intensa ainda, é o efeito térmico da corrente que promove o assamento dos músculos (isto é, eles são "assados" como churrasco), inclusive o coração.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Até que ponto matar alguém pode ser legitimado? 16/03/2016
Quando for para defender a própria vida ou a de outrem. Mesmo para defender-se ou a outrem de agressões não fatais, se a defesa redundar não intencionalmente em morte do agressor. No caso de guerra ela só se justifica como defesa contra um agressor. A iniciativa de guerra de conquista ou dominação não é eticamente passível de ser aceita. Os cidadãos de uma nação agressora devem se recusar a combater, inviabilizando a guerra. No caso de defesa, pelo contrário, os cidadãos (e as cidadãs) devem contribuir para a defesa como combatentes.
A humanidade será extinta quanto na sua opinião? 16/03/2016
Considerando a média de existência das espécies ao longo da evolução da vida, a humanidade ainda deve permanecer neste planeta por uns dez a quinze milhões de anos, convivendo paralelamente com as próximas espécies que evoluirão a partir da nossa ou de outras que já estão em estágio mais avançado, como os outros primatas superiores.
O que você faria se fosse morrer em 30 dias? 15/03/2016
Tomaria as providências para que as pessoas ligadas a mim não tivessem muito trabalho para resolver o que se resolve quando alguém morre. No mais, continuaria a viver do mesmo modo.
Boa noite. Acha não temer a morte algo comum ? 14/03/2016
Não. Mas eu não temo e acho que não há razão nenhuma para temer.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Provavelmente já devem ter feito milhares de perguntas sobre isso, mas vou perguntar novamente (?). O suicídio é aceitável? 09/03/2016
Sim, pois toda pessoa é livre de dispor de si como bem entender. Mas não recomendo nem um pouco, porque a vida é uma preciosidade muito especial e o fato de existir, especialmente sendo um ser humano, é algo de raridade incomensurável, que não deve ser abdicado. Todavia podem haver casos em que existir se torne intolerável e, daí, se opte pelo suicídio.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
A criogenia humana é improvável? 04/03/2016
Não, tanto que já é feita. Resta saber se conseguirão restaurar a vida. Considero que sim, mas isso ainda depende de conhecimentos e desenvolvimentos de técnicas a serem descobertos.
Professor comente essa frase que já enviei 8 vezes e até agora não respondeu. "Só temos duas vidas, a segunda começa quando nos damos conta que só temos uma" Epicuro 03/03/2016
Acho que é só uma frase de efeito. Em verdade só temos é uma mesmo, independentemente de nos darmos conta disso ou não. E a vida é apenas o intervalo de tempo entre o nascimento e a morte. Não há nada antes e nem depois. Não vamos continuar em outro plano e nem nos encarnarmos em outros corpos, ou sermos provenientes de outros corpos que morreram. A consciência é uma função orgânica do corpo e só existe enquanto ele estiver em funcionamento (mesmo uma consciência apagada, como se dá no sono, no desmaio ou na anestesia, mas capaz de retornar). A diferença é que, com a morte, não há retorno. Essa consciência da unicidade da vida só orgânica é imprescindível para que possamos valorizar adequadamente esse fato de estarmos vivos.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Você acredita que um dia vai ser possível ressuscitar mortos? 01/03/2016
Não, se eles já passaram pela fase de desestruturação do organismo. Mas se ele acabaram de morrer e o organismo ainda esta completamente estruturado, sim, será possível fazer com que voltem a viver.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Comente: Se não se aceita a reencarnação, muitos fenômenos deste mundo não podem ser explicados logicamente, a não ser como eventos heterogêneos acidentais. Se as coisas simplesmente surgem sem qualquer causa específica, não há razão para que qualquer coisa não possa surgir de qualquer coisa. 15/02/2016
Mas é exatamente isso mesmo. Qualquer coisa pode surgir de qualquer coisa mesmo e isso é o que vem acontecendo na história do Universo todo. Nada tem motivo, nada tem propósito. Tudo acontece por acaso. Reencarnação é uma total impossibilidade, pois requer que exista alguma realidade sobrenatural, o que não há. As entidades puramente naturais, como são todas, não têm a propriedade de se regenerarem em outro ser do mesmo tipo. Nossos átomos é certo que voltam à natureza, mas vão formar outras entidades que não têm nada a ver com o que fomos. E se espalharão por vários seres.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Comente o seguinte raciocínio: Não é possível provar que após a morte "não existe nada", pois o nada, simplesmente, "não está lá". 03/01/2016
Para começar "nada" não é um substantivo e sim um pronome. Portanto não existe "o nada". Não existir nada significa que não existe coisa alguma. Quando se diz que após a morte não existe nada, o que se está dizendo é que, após a morte a mente e a consciência deixam de existir, não havendo nada que as substitua. Note que a mente e a consciência não são seres, não são coisas, são ocorrências, são estados de funcionamento do cérebro e seus anexos. Não são entidades substanciais, São, digamos, como uma música. Ela não é a partitura e nem a gravação em um disco. A música é a ocorrência dos sons estarem sendo emitidos. A mente também é a ocorrência do cérebro estar funcionando (mesmo inconscientemente). E a consciência é um aspecto da mente, como um tipo de percepção de seu próprio funcionamento. Da mesma forma que a memória é um aspecto da mente. Esses aspectos advém do funcionamento neuronal, sináptico, glial, nervoso, dos órgãos sensoriais e, inclusive, endócrino. Uma vez que a morte determina a parada de funcionamento de todo esse aparato que dá suporte à mente, ela deixa de existir e, com ela, a consciência. Se bem que a consciência pode ser interrompida sem a morte e sem a parada de funcionamento da mente, o que ocorre no sono profundo, no desmaio e no coma.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
o Pirula na verdade disse que o fato de alguem querer viver 1000 anos já maluquice.Os Argumentos que me lembro dele:1Voce vai sentir muita dor de ver amigos e familiares morrerem 2 vai se entendiar rapidamente(mais forte argumento dele) 3 e a questão da personalidade 15/01/2015
Entediar eu não me entediaria nunca. Jamais senti o mínimo tédio na vida. Nunca pude dizer que não tinha nada para fazer. Tenho centenas de milhares de coisas para fazer e, a cada momento, tenho que fazer a escolha dentre elas e deixar as outras centenas de milhares menos uma sem fazer. Por isso é que não gosto de dormir. É uma grande perda de tempo. Se eu vivesse bastante, queria aprender todas as línguas do mundo, tocar todos os instrumentos musicais, ser um expert em todos os ramos de conhecimento e em todas as artes. Conhecer todos os lugares da Terra e de todos os planetas que se conseguir alcançar. Quando eu acreditava na imortalidade da alma eu queria morrer logo para ter conversas infindáveis com Deus para que ele me ensinasse todo conhecimento a respeito de tudo. De cada galáxia do Universo. De cada átomo. Da vida de todas as pessoas que existiram e vão existir em todos os planetas em que houvesse pessoas. Portanto, tédio é o que eu jamais sentiria se vivesse centenas de bilhões de anos. Quanto à perda dos amigos, isso é o que vai acontecendo, mesmo que se viva só uns cem anos. Mas novos amigos vão surgindo. Essa questão da personalidade é que eu teria que ver os vídeos para saber de que se trata.
Que reposta você daria a uma pessoa que te dissesse isso: "Pessoas crentes vivem mais que ateus. Isso é científico. Então tenha fé, pois se Deus não existir pelo menos você viverá mais"? 15/01/2016
Não vejo que seja válido acreditar em algo sem fundamento só para viver mais tempo. Isso está parecendo o raciocínio de Pascal. Depois, tal afirmação é estatística. Algum crente pode viver menos tempo e algum ateu pode viver mais tempo. Também não sei se a pesquisa levou em conta os demais fatores envolvidos, porque, em geral, os ateus são pessoas mais ativas, com mais responsabilidades e isso encurta a vida, mesmo dos crentes que assim o sejam.
Concorda com o. Pirula em relaçao a imortalidade?tem 2 Videos dele sobre o assunto Onde ele mostra se retardadice querer ser imortal 15/01/2016
Não vi os vídeos, mas, mesmo querendo viver muito tempo, justamente para poder ter muito conhecimento, ser imortal é uma impossibilidade completa. Porque o Universo, dentro de certo tempo (algumas centenas de trilhões de anos), não terá nenhum lugar capaz de dar suporte a qualquer tipo de vida. Todavia eu gostaria de viver o máximo de tempo que fosse possível (talvez algumas centenas de bilhões de anos). Como minha curiosidade é inesgotável e existe muita coisa para ser sabida, acho que, nesse tempo, já daria para saber bastante.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Comente: http://shortText.com/7079f785 05/01/2016
Não concordo com Chuang Tzu. Há pessoas que, de fato, são como ele diz. Mas acho, até, que são minoria. A maioria leva a vida sem pensar em nada além de sobreviver e ir vivendo, buscando algum prazer para compensar a lida da vida. Há, contudo, as que pensam. Só que nem todas pensam como ele diz. Várias pensam que a vida é uma preciosidade ímpar e não se importam com a morte. O que querem é aproveitar esse tesouro ao máximo. Outras, por razões religiosas, considerando que terão alguma sobrevida após a morte, e que essa sobrevida vai depender do que fizerem em vida, levam sua vida procurando fazer o que seja propício para que tal sobrevida seja venturosa. As que vivem lamentando o fato de que vão morrer, para mim, são bem poucas.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
"Um corpo vivo e um corpo morto contém o mesmo número de partículas. Estruturalmente não há diferença discernível. Vida e morte são abstrações não quantificáveis, por que deveria me importar?" concorda ? 27/12/2015
Não. Há uma diferença fundamental. Mesmo que sejam estruturalmente idênticos um corpo vivo e ele mesmo, tendo acabado de morrer, não são o mesmo tipo de ser, porque o primeiro está "funcionando" e o segundo não. Essa característica é que faz toda a diferença e muda, completamente, a categoria de ser a que aquele sistema vá ser enquadrado. Como um ser vivo, ou como um ser morto. A vida, que é transmitida de geração a geração dos pais aos filhos, é algo que, por enquanto, ainda não se conseguiu produzir artificialmente. Trata-se da qualidade dos organismo vivos que eles possuem enquanto em funcionamento. E essa característica, de se estar vivo ou não, faz uma diferença imensa entre os estados de certo sistema. Vida e morte não são abstrações, de modo nenhum. São condições da realidade física do mundo perfeitamente detectáveis e distinguíveis. Se fossem abstrações seriam situações apenas existentes nas concepções mentais. Mas não. São situações "de fato", da realidade objetiva, exterior às mentes. Que por sua vez, só existem em organismos vivos.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Professor, você falou que é como estar anestesiado para sempre... Mas e o tempo, ''sempre'' existirá? E se ele terminar um dia? Então seria logicamente incorreto falar que estaremos em um sono profundo para ''sempre'' certo? 24/12/2015
De fato. Em verdade, uma vez que o ser deixou de existir, nem se pode dizer que a situação seja uma anestesia "para sempre", pois o estado de anestesiado é um estado de algum ser. Não havendo mais o ser, não se pode atribuir a ele estado nenhum. Então o estado de morto, em verdade, não é o estado de nenhum ser. Além de, é claro, nada vai existir "para sempre", uma vez que o próprio tempo deixará de existir.
''A morte não é nada para nós, pois, quando existimos, não existe a morte, e quando existe a morte, não existimos mais." Você como um epicurista, concorda com isso? 24/12/2015
Concordo. Não há o que temer quanto à morte. É, simplesmente, um sono profundo, do qual não se acorda. Como um desmaio definitivo ou estar anestesiado para sempre. Um organismo biológico morto não tem consciência, não tem memórias, não tem percepções. E como os seres também não possuem alma espiritual, nada há que preserve o conteúdo mental após a morte. A morte é o fim definitivo da pessoa. Seus átomos permanecerão no Universo e vão ser parte constituintes de outros sistemas. Mas a pessoa, o "eu", desaparece completamente. Cada "eu" é único e não se repete jamais. Não há outras vidas. Somente esta. Por isso é que ela é tão preciosa.
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