Não é a ciência nem a tecnologia que podem destruir a humanidade ou, até, o planeta, e sim o uso errado que fizerem dela. O importante é desenvolver, paralelamente ao incremento do conhecimento, as noções éticas de como bem usá-lo. Nunca evitá-lo ou coibir o seu aumento. Armagedon é só uma lenda. Não vai acontecer. A humanidade ainda sobreviverá por milhões de anos. É o que se pode prever. Mesmo que se destrua, sobrarão alguns que começarão a civilização de novo e, em apenas 10 mil anos estaremos, de novo, no nível atual, ou, até, melhor, se as escolhas forem outras.
Postagens do pensamento, textos, poemas, fotos, musicas, atividades, comentarios e o que mais for de interesse filosófico, científico, cultural, artístico ou pessoal de Ernesto von Rückert.
domingo, 25 de dezembro de 2011
O que se tem de mais rapido até agora na física é a Luz, e o maior gênio é o Einsten, e se depender da luz e de Einsten, a humanidade vai se lascar pois a física atual não nós dá resposta básicas...o ser humano tem cérebro de ameba ainda......
Não sei se as respostas básicas existem ou serão achadas algum dia pela humanidade ou pelas espécies que a sucederem na evolução. O que penso é que, as questões básicas, os porquês fundamentais, são desconhecidos e impossíveis de se conhecer, por mais evoluído que algum cérebro seja. Na verdade, não há razão nenhuma para tudo ser como é, simplesmente calhou de ser assim, sem motivo nenhum. Podia ser totalmente diferente. Mas sei que só a ciência pode se aproximar delas. Exoterismo não significa nada. É a mais completa bobagem.
Seria impossivel diante da eternidade material (mesmo que ela eternamente mude de forma) a minha consciência nunca voltar a repetir de novo? preste bem atençao, eu disse ETERNIDADE da matéria, e dentro dessa eternidade nada se repete?
Considerando a infinidade do espaço e a eternidade do tempo, seria possível conceber que qualquer ocorrência possa se dar, entre elas a repetição de algo que já ocorreu, como a minha existência? Não necessariamente, veja porque. O conjunto de todos os subconjuntos de um conjunto infinito possui uma cardinalidade superior a esse conjunto. Isso eu mostro em um trabalho que escrevi:
http://www.ruckert.pro.br/blog/?page_id=114
Se o espaço-tempo for quantizado, sua cardinalidade é a dos números naturais, mas se não for, é a dos números reais. De qualquer modo, uma sequência de ocorrências é um subconjunto do conjunto de ocorrências do espaço-tempo, que tem uma bijeção com as quadras de coordenadas espaço temporais. Então o conjunto desses subconjuntos tem muito mais elementos, isto é, é um infinito de ordem maior do que o conjunto dos eventos. Isto significa que, todas as possibilidades de séries de ocorrências são mais do que podem caber dentro da sequência de ocorrências. E o surgimento e a manutenção de minha consciência é uma sequência de ocorrências. Isto significa que, mesmo sendo infinitas as possíveis ocorrências, não é garantido que venha a se dar novamente a mesma sequência que me faz ser eu.
Mas não impede que ocorra. Se ocorrer, contudo, será outra, e não a mesma, mesmo que seja idêntica. Ou seja, aquele novo eu não terá ligação nenhuma com o atual eu. Portanto não é o mesmo. Isto é, cada eu é único.
Suponhamos que o universo seja eterno, então ele sempre existiu porque o que é eterno não passa a existir, se existiu sempre, isso comprova sua eternidade...porque o que é eterno NÃO PASSA A EXISTIR e sempre existiu uma vez que é eterno.´
Pode ser que assim o seja. Não há como garantir que não o seja. Mas, nesse caso, o conteúdo que começou a se expandir no Big Bang estava impassível ou seria o ponto de inflexão singular de uma contração anterior, de modo que o Universo seria eterno, mas cíclico. Esta última está, atualmente, descartada, pois no estágio atual do correr do tempo, a expansão será eterna, como os dados observacionais permitem concluir. Não havendo um máximo de expansão, a partir do qual ela se reverteria para uma contração, não há ciclos. A possibilidade de que o conteúdo estivesse impassível esbarra com uma questão. Nesse caso não haveria decurso de tempo até que a expansão se iniciasse. Não havendo tempo, não se pode dizer que fosse eterno, pois isso é algo que existe indefinidamente enquanto o tempo passa. E o que é existir? É estar presente no mundo ao longo do tempo ou mesmo fora do tempo? Considerando a última possibilidade teríamos, antes do Big Bang, um Universo sem tempo. Pode ser... Mas não há como provar nem que sim, nem que não. A plausibilidade é a mesma da que tenha surgido sem provir de nada no momento da expansão. Questão de palpite. Opto pelo surgimento e por nada antes, nem "antes".
Como provar que algo tenha vindo 'de nada' sendo que 'o tudo' tenha de existir para que a prova de que veio 'de nada' tenha consistência? (não me venha dizer que a existência 'de tudo' se AUTO COMPROVA, uma vez que 'o tudo' exista vindo de 'nada')
Mas eu nunca disse que tudo veio de nada. Não é isso. Não veio. Surgiu sem ter vindo. Não teve do que provir, nem "do nada". Puff! Apareceu!. Não tem que ser proveniente de nada. E isso também não há como se provar que foi assim. Mas como não há como se provar que tenha sido de outro modo, esta é a hipóteses nula, isto é, a que se admite se nada houver em contrário. É a única que não requer prova. Qualquer outra teria que ser comprovada. Se não se tem prova de nada é porque surgiu sem causa, origem nem propósito. Simples assim.
TODAS as pessoas do mundo são MÁS E HIPOCRITAS, e o senhor coloca aréolas de santo na cabeças dessas pessoas CÍNICAS, eu sou REALISTA e me assumo MONSTRO, mas as pessoas são iguaizinhas a mim...até PIORES que eu sou...
Eu nunca coloco auréolas em pessoas más. O que eu digo é que é possível que, ao longo de muitas gerações, um processo educativo persistente, consiga evitar que pessoas más e hipócritas venham a existir.
A vida é nada perto da ilusão que a religião dava mesmo quando ela era transgredida, podia se matar mas havia céu pra quem morria, perdão no fim da vida dos criminosos, e antes o castigo do purgatório...para purificar a alma, o sonho acabou...
Antes a realidade, mesmo crua e inóspita, do que a ilusão, por mais suave que seja. Ser homem é encarar a realidade de frente e enfrentá-la, vivendo de modo a modificá-la para melhor em tudo que for possível.