domingo, 28 de julho de 2013

Como vencer a procrastinação?

Simplesmente fazendo o que tem que ser feito e não adiando. Simples. É bom não pensar em não começar algo que não vai dar para acabar. Comece e acabe depois. E assim vai. O que não der, não faça, mas escolha fazer primeiro o que for mais chato, difícil e trabalhoso.

https://fbcdn-photos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/q71/s320x320/1013939_128106617398847_1795404412_n.jpg Concorda? Por quê?‎

Não concordo. Acho que sempre se deve buscar a forma mais simples de se expor qualquer assunto, mas, nem sempre a forma mais simples é simples. Pode ser complexa e não haver modo mais simples de explicar. Não acho que simplicidade seja um valor supremo. O mais importante é que a explicação seja inteiramente correta e verdadeira, mesmo que seja complicada. Complicação não é problema. Muitas vezes, ao se simplificar algo, se apresenta uma visão distorcida ou parcial. Há muita coisa que é complicada mesmo e que, para ser entendida é preciso enfrentar a complicação. Um dos grandes problemas que vejo na atualidade, especialmente no ensino, é uma fobia a tudo que seja difícil e complicado. Se não se enfrentar o complicado, não se progredirá no entendimento do mundo, pois ele é complicado mesmo. Isso, todavia, não significa que não se devam envidar os maiores esforços para que as explicações sejam as mais simples possíveis, desde que, tal simplificação não comprometa a interpretação correta do que está acontecendo.

Faça uma crítica sobre as técnicas e obras e ideologias de Richard Wagner.‎

Wagner foi um dos músicos mais brilhantes da história da música. Sua maestria composicional é dificilmente igualada, especialmente nas partituras orquestrais e vocais de suas óperas, em que ele introduziu a "melodia contínua", isto é, a ópera é toda ininterruptamente cantada, sem recitativos. Além disso ele usa pouco o recurso de repetição da frase musical, a melodia evoluindo sempre para novos desenhos. Outra característica sua é o uso quase o tempo todo, da orquestra completa. Em termos de estrutura, suas músicas contemplam o uso do "motivo condutor", que caracteriza cada personagem. Em suma, depois de Wagner, a música nunca mais foi a mesma. Ele teve como predecessores Liszt e Berlioz, e como seguidores, Bruckner, Mahler, Smetana e outros. Sua policromia tonal levou até o atonalismo de Schönberg. Wagner era contra a influência judaica na cultura alemã e propunha que os judeus assimilassem a cultura germânica. O problema é que ele não concordava com a influência de Mendelssohn na música, que foi continuada por Schumann e Brahms e caracterizou uma escola romântica oposta a Liszt e Wagner, com ênfase em um romantismo que preservasse a tradição clássica de Haydn, Mozart, Beethoven e Schubert. Mas ele não era, propriamente, anti-semita, como também não o era Nietzsche, que aliás, foi um grande amigo de Wagner e depois se desentendeu com ele, quando Wagner abraçou concepções cristãs em sua obra "Parsifal".

Professor , o que você acha a respeito de alienígenas ? Acredita que tiveram contato conosco ? E sobre as conspirações de não mostrar a verdade pra massa , o que acha ?‎

Não há nenhuma comprovação nem evidências incontestes de que alienígenas nos visitem ou entrem em contato conosco. Nem hoje nem no passado. Todas as alegações a respeito ou são fraudulentas ou grandes equívocos de interpretação. Não há conspiração nenhuma para não mostrar a verdade para o mundo, porque a verdade é que não tem alienígena nenhum visitando a Terra.

Se não acredita em Deus,numa causa impossível,qual seria sua saída? esperança? morreria e não clamaria por ele?

A saída, em qualquer caso, creia-se ou não em Deus, é envidar todos os esforços para a solução do problema, contando com todos os recursos da ciência. Esperança também é algo inteiramente inócuo, exceto para o conforto da pessoa. Mas não adianta nada ter ou não ter esperança. O que adianta e agir para resolver, com confiança no resultado dos esforços. Se não der certo, não deu: morre-se.

Depois da morte,tem uma vida proxima ou tudo que vivemos vai passar em vão?‎

Não existe vida após a morte, pois a morte é, justamente, a cessação da vida. E vida é só a vida biológica. Isso não significa que a vida seja vã, em absoluto. A vida vale por si mesma e pelo que se faz de bem ao longo dela. Vale por se deixar o mundo melhor pelo fato de se ter vivido.

Acho que vc ñ acredita em espíritos certo? como vc explica então a manifestação de demônios http://youtu.be/IxZAt2k-h3Q‎

Não existem manifestações de demônios. Todas as proclamadas manifestações de demônios são ocorrências psico-somáticas ou, então, encenações fraudulentas. Demônios não existem.

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