terça-feira, 11 de dezembro de 2012

"A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia.". Einstein errou ou ainda não estamos no Futuro a que ele se referia?

Esse era o entendimento dele. Para mim, no futuro, ainda remoto, não haverá nenhuma religião. Pessoas poderão ou não achar que existe algum deus, mas isso será uma questão de foro íntimo para cada uma. A sociedade não precisará promover essa crença e nem ter nenhuma instituição vinculada a ela, em suas diversas nuances. O que seria essa "religião cósmica"? Teria ela templos? Haveria alguma liturgia? O chamado "Deus de Spinoza" que Einstein considerava, em verdade, não é deus nenhum. É, simplesmente, a própria natureza. Mas ela não possui inteligência, vontade, propósito e nem poder nenhum. Assim sendo, porque chamá-la de deus? Certamente ainda estamos longe de uma situação em que as religiões dogmáticas sejam extintas. Mas penso que em alguns milhares de anos isso ocorrerá, como também a extinção das nações e dos governos, o mundo todo se unificando em harmonia e fraternidade, mesmo mantendo as diferenças culturais.

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