quarta-feira, 31 de julho de 2019

Quantas galáxias existem universo?

Sendo o Universo infinito, como se considera que seja, ele possuirá um número infinito de galáxias. Todavia, em geral, quando se diz "Universo", está se referindo ao "Universo Observável", que é apenas a porção do Universo capaz de ser observada da Terra porque a luz teve tempo de chegar aqui desde que ele existe. |sto equivale a uma esfera de quarenta e seis bilhões de anos luz de raio em torno de nós. Nesse volume sabe-se que existem cerca de dois trilhões de galáxias. Como, em média, cada galáxia tem uns cem bilhões de estrelas, isso dá um total de duzentos sextilhões de estrelas.
https://veja.abril.com.br/ciencia/universo-tem-2-trilhoes-de-galaxias-10-vezes-mais-que-o-esperado/
http://www.observatorio.ufmg.br/pas08.htm

A psicologia possui uma grande falha no que tange replicar os seus estudos, quase 70%, será que o status dessa área como ciência deveria ser questionado?

A psicologia, mesmo não sendo uma pseudociência, é uma protociência, isto é, ainda está em desenvolvimento e não atingiu o patamar do "corte epistemológico", apresentado pela física, por exemplo. Ele consiste na consideração de que, a cada momento, a comunidade científica aceita um único paradigma como válido para a explicação dos fatos da ciência em questão. Então não existem "escolas de pensamento" com propostas conflitantes e simultaneamente aceitas por uma parte ou outra da comunidade. Contestações ao paradigma existem, mas se mantêm à margem da corrente principal, em busca de alguma comprovação incontestável que leve a nova proposta a substituir o paradigma vigente e que, então, passará a ser o novo paradigma. Tal situação de protociência também acontece com a sociologia, a economia, a história e a filosofia, mesmo que esta não seja uma ciência.

O que você pensa a respeito da morte?

Algo, por enquanto, inevitável, contudo sem problema nenhum. Morrer é como dormir. Só que não se acorda mais.

A Internet anda cheia de puritanos e moralistas que no fim, são péssimas pessoas que se fazem de boas, chega a ser inacreditável. Como lida com essas situações? Quando vê uma notícia falando de determinada minoria e cheia de comentários retrógrados, ignora ou entra em debate?

Depende. Cada caso é um caso. Às vezes ignoro, às vezes debato, conforme meu julgamento a respeito da oportunidade ou não de debater.

Não vejo razão desta preocupação exacerbada com inteligência.Acho sim, que se deva preocupar com a educação para todos.Detesto tudo que nivele, bem como escritores/filósofos que digam como as outras pessoas devam ser.Vejo pessoas simples que são ótimas na prática, na convivência,no amor ao proximo

Claro. Todavia são as pessoas mais inteligentes que descobrem como ocorrem os fenômenos, que inventam dispositivos facilitadores da vida e assim por diante. Porque para isso é necessário que as pessoas se aprofundem em estudos e a inteligência é, justamente, a capacidade de aprendizado de temas complicados. Isso também vale para a confecção de obras de arte, como escrever um romance, compor uma música, pintar uma tela, projetar uma edificação et coetera. Por isso é que é preciso que, além da educação para todos, essencial, também se empenhe em uma educação especial para superdotados porque, desse modo, se poderá aproveitar sua contribuição para o bem do mundo. Muitos superdotados têm sua superdotação abafada e não a desenvolvem, inclusive mesmo, por isso ser considerado como um tipo de elitismo condenável. Igualitarismo não é considerar que todos sejam iguais e sim propiciar a todos as mesmas oportunidades, concedera a todos os mesmos direitos e exigir de todos os mesmos deveres e mesmas responsabilidades. Reconhecer que há quem seja mais inteligente e quem seja menos inteligente não é deixar de ser igualitário. Do mesmo modo que reconhecer que há quem seja mais forte e quem seja mais fraco, quem seja mais ágil e quem seja menos ágil, quem seja mais bonito e quem seja mais feio, quem seja mais magro e quem seja mais gordo, quem seja mais alto e quem seja mais baixo. Isso não significa atribuir valor humano maior ou menor em função dessas características. Como não se pode atribuir valor humano em razão da riqueza ou da pobreza.

Uma pessoa sem o hábito de ler poderia começar por uma grande obra,como Ilíada e Odisseia ?

Claro que sim. Mas pode ser que não se sinta cativada pela leitura.

Vixe. Como alocar recursos (no mundo real são escassos), que via de regra orientam as atividades econômicas onde induz as decisões dos agentes econômicos, nessa "economia de troca"? Cara isso é bizarro.

Não é economia de troca e sim economia de doação. Sem troca. Todos fazem tudo o que normalmente fazem e doam aos outros, sem troca. Como todos doam para todos, todos terão tudo que necessitarem. Claro que, a princípio, vários terão menos do que têm em uma economia de trocas. Mas muitos terão mais do que têm. E se, também, essa for uma economia de compartilhamento, o pouco que se tiver, compartilhado, será bastante. Por exemplo, com a abolição das residências monofamiliares e, mesmo, da família monogâmica. Alojamentos coletivos, refeitórios coletivos, lavanderias coletivas, garages coletivas (sem veículos particulares), salas de laser coletivas e por aí vai.

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