domingo, 20 de maio de 2012

Quem ama perdoa?

Claro que sim. Dentro de certo limite. Se o perdoado for recalcitrante, então não merece mais perdão. Mas um deslise singular, sinceramente arrependido e acompanhado de firmes propósitos de emenda, deve ser perdoado, exatamente porque se ama. Mas não esquecido. Só que o perdão não pode ser usado como arma em barganhas. Perdoar é como fazer um favor. É inteiramente gratuito e não pede compensação nem devolução. Digo que não se pode esquecer porque, caso a falta seja reincidente, há que se pensar melhor no perdão. Uma segunda vez... vá lá. Mas uma terceira já acho que não admite.

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