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domingo, 19 de janeiro de 2014
Em relação a linguagem: questionei a infinidade de línguas e considerei a idéia de que elas foram surgindo e se misturando de forma ''caótica''. Nenhuma palavra se relaciona a algum objeto intrinsecamente. A diversidade de línguas é ''inútil'' e reflexo do caos existencial. O que acha disso?
Bem... o número de línguas não é infinito. Só muito grande. Seu surgimento foi casual mesmo. Possivelmente até dentre os antecedentes pré-humanos do homem. Cada grupo foi inventando, ao acaso, um som para designar os objetos, que foi aceito pela comunidade como correspondente a ele e assim ficou. Outros grupos fizeram outras escolhas. Algumas podem ter sido sugeridas por algum som do objeto, outras completamente aleatórias. Depois esses grupos se dispersaram e as linguagens foram se alterando, levando ao conjunto que hoje existe. Claro que essa diversidade não é boa, mas ela não foi planejada. Foi surgindo. Estabelecer uma artificial, como o esperanto, é muito difícil. O mais provável é que uma delas se firme como uma segunda língua internacional, como já aconteceu com o grego, o latim, o francês e agora, o inglês. Ou como o árabe, nos países islâmicos, mesmo que não falem árabe, como a Turquia, o Irã, o Paquistão, a Indonésia. Mas como é a língua do Corão, pessoas mais cultas sempre o conhecem. Essa é uma consequência da pluralidade cultural da humanidade que, inclusive, é um fato bom, desde que não seja usado para criar animosidade e intolerância de uns em relação aos outros por razões de costumes, ou mesmo, de crenças, de etnias, de linguagens. Essa diversidade é bonita e deve incentivar as pessoas a saberem outras línguas e a conhecerem outras culturas.
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