No Brasil há liberdade de expressão, na teoria e na prática. Sua ausência, em outros lugares, revela um poder político ilegítimo, sendo o principal termômetro disso. Quanto detectada é o caso de se reverter a situação, geralmente por meio de uma revolução, pois um poder que impede a liberdade de expressão não se apeará dele voluntariamente, mas procurará perenizar-se nele. Em minha opinião as Nações Unidas deveriam intervir sempre que isso acontecesse, para dar garantias de liberdade a todos os povos. A alegação de não se poder interferir na auto-determinação dos povos não prevalece nesse caso, pois não é o povo que cerceia sua própria liberdade, mas facções isoladas, ilegitimamente detentoras do poder político, geralmente respaldado pelo militar e, muitas vezes, pelo religioso.
Na época do Regime Militar a maioria das pessoas continuava a vida normalmente, pois é alienada. Quem era consciente, contudo, vivia o grande dilema de se calar para sobreviver ou denunciar e ser punido, às vezes com a morte, no período mais duro (Costa e Silva e Médice). Nos primeiros anos eu ainda era estudante do interior e não participei de movimento nenhum. Também ainda não era anarquista. Então não fui molestado.
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