Postagens do pensamento, textos, poemas, fotos, musicas, atividades, comentarios e o que mais for de interesse filosófico, científico, cultural, artístico ou pessoal de Ernesto von Rückert.
Clique no título da postagem para ver os comentários a seu fim e inserir um.
Clique no título do Blog para voltar a seu início.
Para buscar um assunto, digite a palavra chave na caixa do alto, à esquerda, e clique na lente.
Veja lá como me encontrar em outros lugares da internet.
Visite meu canal no you-tube.
Pergunte-me o que quiser no ask.
As perguntas e respostas do ask e as que dera no formspring antes são publicadas aquí também.
domingo, 17 de novembro de 2013
Mas na antiguidade, os pais não sentiam amor pelos filhos, pelo menos não com grandes laços, até porque os índices de natalidade e mortalidade eram altíssimos, e isso se torna normal. recomendo ver café filosófico do historiador Leandro Karnal Barbaro
Discordo. Pode ser que os pais, isto é, os homens, fossem mais desligados dos filhos por sua preocupação social de manter as aparências. Mas as mães, mesmo com muitas mortes de crianças, sempre tiveram (com poucas exceções) grande amor e cuidado por seus filhos, sofrendo muito por suas mortes. As mulheres, por sua vez, eram contidas em suas manifestações de pesar porque eram obrigadas a acatar os maridos. Ainda bem que isso tudo está acabando e as mulheres estão se tornando completamente independentes de maridos.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário