domingo, 17 de novembro de 2013

n precisa responder, apenas uma observação.. é realmente muito gratificante quando podemos colaborar para com o próximo. mas que esta gratidão não esteja relacionada ao nosso ego. penso que faz mal quando a mesma está relacionada ao orgulho. namastê professor.‎ Jordana Flores

Concordo plenamente. Se a pessoa só faz o bem pensando em sua própria satisfação por isso, não está sendo magnânima em essência, mesmo que o efeito seja idêntico. Fazer o bem é algo que se tem que fazer de modo altruísta, isto é, pelo bem, que é um valor em si mesmo, e não por recompensa nenhuma, nem o céu, nem a satisfação. Claro que pode trazer satisfação. O que não vale é fazer o bem buscando e condicionando a essa satisfação. Mesmo que o bem cause prejuízo, desconforto, aborrecimento, trabalho e inconveniências ele é para ser feito. A razão é que o bem, distribuído a todos, uns pelos outros, levará a um mundo muito mais harmônico, fraterno, pacífico, aprazível e feliz. A felicidade é outra coisa que não se alcança quando buscada. Ela só vem de brinde, se se esquece dela e se busca fazer o bem. Buscar o sucesso em termos de riqueza, prestígio, honra, fama, poder ou o que seja, é outro objetivo idiota. Não significa nada. O valor da pessoa está no seu bom caráter, na sua virtude, na sua bondade, na sua honestidade, na sua nobreza. Isso é que leva à paz interior e à felicidade de sentir que não se vive a vida em vão. Da mesma forma o amor. Ame-se ao máximo em intensidade e em número de pessoas. Mas não se condicione à reciprocidade. Ser amado é uma fonte indizível de felicidade. Mas amor não se compra, não se vende e nem se troca. Tem que ser doado e ganho, sem exigências, nem de perenidade nem de exclusividade.

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