segunda-feira, 18 de novembro de 2013

É possível amarmos mais de uma pessoa, certo?

Claro que sim. Tranquilamente. Com toda sinceridade e intensidade. O fato da sociedade não aceitar a realização paralela dos amores e obrigar às pessoas a optar é fonte de grande sofrimento para muitos. Essa é uma concepção mesquinha que precisa ser abolida. Trata-se de um dos casos em que a moral está errada, pois a pluralidade amorosa não fere a ética em nada, já que não prejudica a ninguém, é fonte de felicidade, pode ser erigida como norma geral e é algo que não tem problema nenhum em sua reciprocidade. Isto é, se eu amo a mais de uma pessoa não posso ver problema dessas pessoas também amarem a outros, além de mim. A exigência de exclusividade é uma manifestação egoísta inteiramente absurda. Amor não conhece limites nem de intensidade nem de quantidade. Quanto mais amor houver no mundo, melhor. Porque, então, restringir a possibilidade da expressão de algum amor?

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