A existência de macacos não contraria, em nada, a evolução. Ela se dá como o surgimento dos galhos de uma árvore. Um brota do outro, mas o outro continua a existir. E uns vão brotando dos outros, sempre aumentando. Pode acontecer de um cair. Na evolução isso é a extinção de uma espécie. Pode-se dizer que uma espécie é tanto mais evoluída quanto maior for o número de ramificações que aconteceram desde o surgimento da vida a partir da matéria inanimada até ela. Assim, o homem não é a mais evoluída. A maioria das bactérias é muito mais evoluída do que os homens. Pássaros jamais se tornarão anjos, pois anjos, primeiro que não existem, segundo que, se existissem, não seriam animais. Os dinossauros não evoluíram dos lagartos. Tanto os lagartos quanto os dinossauros evoluíram de anfíbios, em paralelo. Finalmente, não somos as únicas espécies racionais. Além das outras espécies humanas já extintas, como os Neandertais e outras, os animais também possuem graus variados de racionalidade e inteligência, até mesmo autoconsciência. Nossa característica cognitiva muito desenvolvida é uma questão de grau e não uma diferença ontológica. Veja isto:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Introdu%C3%A7%C3%A3o_%C3%A0_evolu%C3%A7%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rvore_filogen%C3%A9tica
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
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