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domingo, 1 de fevereiro de 2015
Se o empresário gera inúmeros empregos, qual o problema dele lucrar sobre seus empregados?
O problema é de ordem filosófica e não econômica. Porque isso estabelece uma distinção qualitativa entre as pessoas. O ideal é que todos sejam sócios do empreendimento em que trabalham, não havendo distinção qualitativa entre patrões e empregados. Isso é que eu considero que seja errado. Se o empresário é um benemérito, então, o que ele deveria fazer é compartilhar a sua propriedade da empresa com os trabalhadores e não lhes pagar salário. Então os lucros seriam repartidos com a proporcionalidade que couber, bem como os prejuízos. Por outro lado não consigo aceitar o fato de haver pessoas que possuam grande riqueza, mesmo adquirida de forma perfeitamente honesta, e outras que sejam imensamente pobres. Isso não pode acontecer no mundo. É preciso que a sociedade dê a todos a oportunidade de serem igualmente ricos. É preciso que todos sejam, de fato, igualmente ricos. Mas isso não permite que alguns sejam muito ricos. Para que todos sejam ricos, todos precisarão ser moderadamente ricos. Isso é que é a situação boa do mundo.
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