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segunda-feira, 2 de julho de 2018
Na gravidez e amamentação existe um desgaste fisiológico grande para a mulher; mesmo querendo-se dividir meio a meio as atribuiçóes nunca se obterá uma divisão perfeita; a criança quando chora ou está doente chama mamãe e não papai. Por isto é justo que as mulheres se aposentem mais cedo. Concorda?
Não. Acho que o pai pode, deve e tem que dividir com a mãe todos os trabalhos. No caso da maternidade, como a mãe fica com mais encargos com o bebê, o pai, em compensação, assuma um volume maior de incumbências domésticas como acumular as tarefas de lavar e passar a roupa, fazer a comida e lavar a louça, limpar a casa e os banheiros e assim por diante. Não estou considerando a existência de empregada doméstica porque acho isso um absurdo que exista. Porque se existir, a empregada doméstica também vai ter que ter a sua empregada doméstica e a empregada de empregada doméstica também vai ter que ter a sua empregada doméstica e assim por diante. Se alguém alega que precisa de empregada doméstica porque trabalha fora, então a empregada doméstica também precisa, porque trabalha fora. Com a divisão equitativa de trabalhos domésticos e do provimento do lar entre marido e mulher e com essa mudança no caso da maternidade, não vejo que mulheres e nem homens trabalhem menos nem mais um do que o outro. Meu feminismo é radical: Tudo que for obrigação de homem fazer é de mulher também. Tudo que for obrigação de mulher fazer é de homem também. Tudo que for direito de homem fazer é de mulher também. Tudo que for direito de mulher fazer é de homem também. Em princípio. Em casos especiais é possível se fazer arranjos compensadores. Por exemplo, mulheres que ganham mais do que os maridos poderiam fazer menos trabalhos domésticos do que eles e contribuir mais no provimento do lar. Mas, em princípio, homens e mulheres têm que dividir o provimento e os trabalhos. Para isso cada um tem que trabalhar só seis horas para ganhar dinheiro e seis horas para cuidar da casa, em turnos desencontrados.
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