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terça-feira, 23 de setembro de 2014
Amor eterno: você acredita? Conhece alguma história que represente ou inspire? Ou acha que isso não é possível e que não passa de uma utopia? Por quê?
Eterno é claro que não existem, pois as pessoas morrem e mortos não amam, pois nem existem como pessoas. Mas é possível que uma pessoa ame alguém por toda a vida, mesmo que não continue sendo amada e mesmo que ame, também, a outras pessoas. E também é possível que alguém ame de forma correspondida e exclusiva por toda a vida. Para que isso aconteça simplesmente é preciso que as injunções dos fatos da vida e as coincidências ocorram de modo a não prejudicar o sentimento que essas pessoas sentem uma pela outra e que esse sentimento seja fundamentado em profunda admiração recíproca, comunhão de interesses, cosmovisões, projetos de vida, compartilhamento de vivências e responsabilidades. Isso não é uma questão de se acreditar e sim de se constatar. O importante, porém, é saber que o amor é o maior fator de felicidade para todo mundo, mesmo que não seja pela vida toda, mesmo que não seja correspondido, mesmo que não seja exclusivo. Amar sempre é o que se deve buscar. Mas jamais de modo possessivo e exclusivista. O verdadeiro amor é sempre altruísta. Quer-se o bem do ser amado, mesmo que esse bem não seja nos amar em retribuição. É claro que a maior felicidade se dá quando se é amado em retribuição. Mas não se pode exigir retribuição e nem exclusividade. Aliás, não se pode exigir nada, em termos amorosos. Senão não é amor.
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