Postagens do pensamento, textos, poemas, fotos, musicas, atividades, comentarios e o que mais for de interesse filosófico, científico, cultural, artístico ou pessoal de Ernesto von Rückert.
Clique no título da postagem para ver os comentários a seu fim e inserir um.
Clique no título do Blog para voltar a seu início.
Para buscar um assunto, digite a palavra chave na caixa do alto, à esquerda, e clique na lente.
Veja lá como me encontrar em outros lugares da internet.
Visite meu canal no you-tube.
Pergunte-me o que quiser no ask.
As perguntas e respostas do ask e as que dera no formspring antes são publicadas aquí também.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/09/01/libertar-acusado-de-estupro-em-onibus-foi-erro-injustificavel-e-escarnio-dizem-especialistas.htm Veja nos comentários, homens dizendo que não foi estupro, que o juiz está mais do que certo, que é tudo mimimi de feministas... nojento
Mesmo não tendo sido estupro foi um grave crime contra a moral pública e contra a integridade moral da vítima que não poderia, de modo nenhum, ser considerada meramente como uma contravenção e ensejar a soltura do meliante. É preciso que a justiça mostre que tais abusos não podem ser tolerados, fazendo com que seus cometedores sejam exemplarmente punidos. Não só nesse tipo de crime como em relação a qualquer outro. Temos uma legislação extremamente branda que leva à constatação de que o crime compensa. Além de, mesmo em sua brandura, na maior parte das vezes, não ser aplicada. Quanto aos ditos "crimes de colarinho branco", isto é, cometidos por pessoas portadoras de nível superior sem violência física, como é o caso da corrupção dos políticos, empresários e magistrados, a pena teria que ser, pelo menos, duplicada, já que os que os cometem são pessoas esclarecidas. E sem a menor possibilidade de nenhum abrandamento de pena, por razão nenhuma. Aliás, abrandamento de pena, bem como fiança, são figuras jurídicas totalmente execráveis, que, num estado de direito e justiça, absolutamente não poderiam existir.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário