segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Professor, você já foi cristão?

Sim. Em minha infância e juventude fui católico praticante, fiel e piedoso e queria ser santo. Tanto que me aprofundei no estudo da doutrina católica e dos fundamentos do cristianismo e do catolicismo. Como também sempre fui uma pessoa extremamente interessada em conhecimentos, estudei as demais religiões, filosofia, história, física, cosmologia, evolução, neurociências (isso desde uns onze anos de idade) e fui chegando à conclusão de que a fé é totalmente despropositada e o objeto da fé cristã, em especial, é totalmente inverossímil. Assim, dentre mais ou menos os 19 aos 23 anos eu primeiro deixei de ser católico e cristão, passando para teísta sem religião, depois deísta e, finalmente, ateísta. Desde então continuo estudando isso tudo e, cada vez mais, fortaleço minhas convicções ateístas. Todavia elas não se constituem em uma certeza, de modo que sou aberto a mudar de pensamento, caso devidamente convencido. Mas, até hoje, isso não ocorreu.

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