segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Concordas que o mundo é dos loucos?

Não. O que concordo é que os "loucos", não na acepção de portadores de demência mental, mas na de pessoas que pensam, sentem e agem em dissonância com o modo comum de pensar, sentir e agir, são as pessoas que fazem diferença para transformar a sociedade e a natureza. Como os líderes religiosos, os filósofos, os artistas, os cientistas. É preciso não ser igual a todo mundo para que sua vida tenha importância. De certo modo, há que se ser anormal mesmo. Isto é, uma pessoa que não segue as normas. Mas é preciso entender que essa desobediência tem que ser uma desobediência construtiva e não, meramente, uma discordância caprichosa.

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