sábado, 11 de maio de 2013

Depois de ter estudado e refletindo muito, quais são as suas conclusões a respeito da vida, da humanidade e do ser humano?

A vida é o que mais precioso se tem no Universo. Trata-se de uma ocorrência extremamente singular, possivelmente não existente em nenhum outro lugar. Mas pode ser que exista, sem garantias. Assim é preciso que se tenha o máximo respeito por ela, especialmente a vida humana, pois somos, na atualidade, a única espécie com o grau elevado de percepção, inteligência e consciência que temos. E como a vida é só esse intervalo entre o nascimento e a morte, sendo única para cada um e jamais retornável, há que se dedicar a vivê-la com a máxima plenitude e satisfação, dando-lhe o máximo de significado, para que se possa sentir que ela tem um sentido, uma razão, que somos nós mesmos que lhe atribuímos. Sendo a humanidade esse conjunto de seres de que fazemos parte, para nós é o sistema mais importante do Universo. Logo temos que lhe dedicar todo o nosso empenho para que ela se estabeleça no mundo de modo harmônico, fraterno, aprazível, justo e saudável, a fim de que cada um, por lhe ser pertencente, frua das regalias dessa condição e aproveite ao máximo a vida. Isso só vai acontecer quando todos se unirem, uns pelos outros, em cooperação e solidariedade, e não com disputas nem conquistas. O ser humano é dotado de inúmeras qualidades, mas também de inúmeros defeitos. O que a sociedade tem que fazer é desabrochar as qualidades e soterrar os defeitos. Isso é papel da educação, que, portanto, é a atividade mais nobre que se pode conceber. Confio em que a humanidade trilhará um caminho que se voltará para a superação de todas as discórdias e para o estabelecimento da paz e da prosperidade total. Essa meta, para mim, é a sociedade ácrata, sem estado, sem governo, sem propriedade, sem dinheiro, sem crime. Isso é possível.

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